Uma mina, um acervo, um token. Por trás do SALU há uma operação que extrai a pedra na Bahia, talha a escultura no próprio bloco e a mantém em custódia — e 15 obras que formam a reserva estratégica do protocolo.

Reserva Estratégica · 15 obras em matriz de esmeralda · custódia em Dubai
Quatro pilares. Nenhum deles é promessa de retorno — e essa ausência é deliberada.
Quase toda escultura em pedra preciosa usa matéria-prima comprada de terceiro, sem se saber de qual mina veio. Aqui a mina é nossa e o escultor é sócio: a peça e a rocha hospedeira são o mesmo bloco.
O acervo fica em custódia como reserva do protocolo. Não é paridade, não é resgate, não é fração de obra — é o que dá espessura ao ecossistema.
100.000.000 SALU e nenhuma função de emissão no contrato. Ninguém, nem a própria Salus, cria um token a mais depois do lançamento.
Quem detém SALU delibera sobre a entrada de novas peças na reserva, a curadoria e o uso da tesouraria. Voto sobre rumo, não sobre resultado financeiro.
As esculturas em matriz de esmeralda integram a Reserva Estratégica do Protocolo. Elas não estabelecem paridade fixa com o SALU, não conferem direito de resgate, propriedade ou fração sobre qualquer obra, e não são promessa de retorno. Sua função é dar resiliência estrutural ao ecossistema.

A avaliação do acervo ainda não é publicada. Ela entra aqui quando estiver assinada por avaliador independente, sem vínculo com a Salus nem com o escultor, com metodologia declarada e documento aberto para leitura.
Um projeto de ativo real vale o que os seus documentos provam. Estes são publicados aqui antes da abertura da pré-venda:
Carnaíba, Bahia — lavra própria → Dubai, EAU
100.000.000 SALU, supply fixo, sem emissão posterior.
Por rodada — ver quadro de rodadas
LP travado por 24 meses
Multisig, liberação em 48 meses
Carência de 12 meses + 36 meses lineares
Carência de 12 meses + 24 meses lineares
Liberação por marco entregue
5.000.000 SALU · Linear em 6 meses
7.000.000 SALU · Linear em 3 meses
8.000.000 SALU · Imediata
Liquidez travada e publicada é o que separa um pool real de uma cotação de vitrine. O comprovante da trava fica nesta página.
Um para quem já tem carteira. Outro para quem nunca comprou cripto.
A pré-venda ainda não abriu. Ela só abre depois do contrato auditado, da multisig configurada, dos documentos da reserva publicados e dos termos de venda no ar. Até lá, nada é vendido nesta página — e quem oferecer SALU antes disso não está falando pela Salus.
Constituição da emissora, custódia e apólice do acervo, laudo de laboratório e parecer de avaliação independente. Contrato escrito e auditado.
Três rodadas com preço crescente. Pagamento em carteira ou em PIX, com verificação de identidade no trilho fiat.
Pool na PancakeSwap com liquidez travada por 24 meses, e o comprovante da trava publicado nesta página.
Ativação da votação para quem detém SALU: entrada de novas peças na reserva, prioridades de curadoria e uso da tesouraria.
Listagem em corretoras centralizadas, ampliação da reserva com novas extrações da lavra e relatório periódico de auditoria.
Ainda não há onde negociar o SALU. Quando houver pool com liquidez travada e listagem em corretora, os endereços aparecem aqui — e só aqui. Nenhuma corretora é exibida antes de o token ser efetivamente negociado nela.
Quem avalia um projeto sério procura o ponto fraco antes de procurar o retorno. Preferimos apontar primeiro.
SALU não dá cota, ação, dividendo nem qualquer direito societário sobre a Salus World ou sobre a lavra.
Nenhuma peça é vendida em partes. O acervo compõe a reserva do protocolo e permanece indiviso.
Não existe conversão de SALU em pedra, em obra ou em dinheiro contra a reserva, em nenhum prazo.
O token não foi lançado. Não há série de preço e nenhum número de valorização será apresentado, porque nenhum existe.
Enquanto não houver pool com liquidez travada e listagem, não há onde negociar. Isso está no roadmap, não no presente.
Ativo digital é volátil e pode perder todo o valor. Nada nesta página é recomendação.
As esculturas formam a Reserva Estratégica do Protocolo. Isso não é lastro com paridade: não existe quantidade de pedra atribuída a cada token, nem direito de resgate. A reserva é elemento estrutural do ecossistema — e a diferença entre as duas coisas é o que separa o SALU de um contrato de investimento.
Porque o parecer que existe hoje é coassinado pelo próprio escultor, que é autor e sócio. Avaliação assinada por quem vende é autoavaliação. A cifra entra aqui quando houver parecer de avaliador independente, com nome, credencial, data e metodologia — e o documento fica publicado ao lado.
Em custódia em Dubai. A cadeia de custódia, a apólice de seguro e o laudo de caracterização de laboratório são publicados nesta página antes da abertura da pré-venda.
BNB Smart Chain, padrão BEP-20, 18 casas decimais. Sem taxa de transferência e sem função de emissão. O endereço do contrato é publicado assim que a auditoria for concluída.
A rodada pública aceita carteira e PIX. No PIX, a cotação do dólar é congelada no momento em que o código é gerado e vale por quinze minutos. O trilho em real exige verificação de identidade — não por causa do token, mas por prevenção à lavagem de dinheiro.
Carência de doze meses e liberação linear por trinta e seis para time e fundadores, e trava equivalente, com prazo menor, na contrapartida do acervo. A liquidez fica travada por vinte e quatro meses, com o comprovante publicado aqui.
A operação existe, é subterrânea, tem frente de lavra a 85 metros e um escultor sócio. Conheça a empresa antes de olhar para o token.
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